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Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

Como reconhecer um logo profissional?

Antigamente muitos logos eram desenhados pelos próprios donos de maneira amadora. Com o advento da informática e a praticidade que os computadores nos trouxeram, estas tarefas foram delegadas a sobrinhos, primos e conhecidos na tentativa de uma economia financeira. Entretanto, este raciocínio está acabando e os empreendedores estão constatando que cada vez mais vale a pena investir num logo profissional.

Exemplos de logos criados pelos donos:


Assim como não vamos cuidar de nossa saúde com um advogado, a criação de um bom logo deve ser feita por profissionais especializados. São os publicitários e designers (ou desenhistas industriais) que possuem uma capacitação maior para este tipo de serviço. Estes profissionais sabem manipular uma série de teorias e técnicas capazes de traduzir com eficiência a personalidade da empresa.

Além disso, um logo profissional precisa transmitir bem o conceito desejado, ter legibilidade (ótima característica ótica), possuir personalidade (ser original e se destacar da concorrência), ser atemporal (não estar preso a modismos gráficos), ter pregnância (fácil memorização) e oferecer um uso prático (reprodução fácil e econômica).

Agora que sabemos que características um bom logo precisa ter, vamos dar uma olhada nos equívocos mais comuns.

Logotipos com difícil leitura:


Símbolos confusos ou complexos demais:


Efeitos, sombras, preenchimentos dégradés e fotos:


Em posse destas informações, esperamos tornar mais fácil o reconhecimento de um logo profissional.

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Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

Afinal de contas, é marca, logomarca ou logotipo?


É comum a confusão nos termos utilizados para definir os elementos de identidade visual. Fonte de polêmica para alguns profissionais, as palavras Marca, Logotipo e Logomarca também embaralham a cabeça do público leigo. Vamos dar uma olhada nestas expressões, mas antes precisamos buscar suas origens.

Marca, vem do germânico Marka. Quando traduzimos para o latim, obtemos o termo Signum, ou seja, significado. Logo, vem do grego Logos, que quer dizer idéia, significado ou conceito de uma palavra. E Tipo, parte da expressão grega Typos, que significa padrão, tipo ou modelo.

Algo que está se tornando aos poucos um consenso de mercado, é que a expressão Marca é mais do que a representação gráfica do nome de uma empresa. Ela engloba tudo aquilo que uma organização representa. Seus valores, sua economia, sua filosofia e também sua identidade visual. Por isso, quando falamos Marca, trazemos também toda a percepção do negócio.

Logotipo, que pode ser entendido como "conceito-modelo" ou "idéia-tipo", é defendido por diversos profissionais que afirmam ser o termo que melhor expressa a atividade de criar um modelo gráfico para um conceito de nome. Outra vertente diz que Logotipo deve referir-se apenas ao texto da identidade visual, uma particularização desta escrita.

Já Logomarca, é uma expressão brasileira que costuma ser muito usada pelos profissionais de propaganda e marketing e criticada pelos designers. Para alguns, a palavra é redundante, pois pode ser interpretada como "significado-significado". Já os que defendem, dizem que o termo é apenas um neologismo, ou seja, a criação de um novo nome para algo existente.

Como vimos, não há um acordo geral sobre estas nomenclaturas, acreditamos que a língua é viva e que o melhor termo sempre será o que for mais confortável para quem o usa. Há até os que, por terem tanta intimidade com o tema, preferam chamar apenas de Logo.

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Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

Um pouco de história da identidade visual

Até chegar ao ponto que conhecemos hoje, a identidade visual passou por fases que se confundem com a história da humanidade. Saiba aqui um pouco sobre como foi esse processo.


Os primeiros símbolos que temos conhecimento foram criados pelos homens primitivos em paredes de cavernas. Em geral, faziam referência aos fatos do seu dia-a-dia como caça a animais e aspectos naturais como raios, fogo, sol e lua.


Mais tarde, a astrologia e astronomia antigas nos transmitiram os símbolos egípcios, assírios e babilônicos dos planetas e estrelas. Estas figuras são utilizadas até hoje.


Antes da Idade Média, surgiram ainda os primeiros objetos marcados com símbolos para identificar os reis, militares e religiosos que possuíam domínio sobre aqueles artefatos.


No Japão feudal, os símbolos eram usados para identificar as famílias nobres, enquanto na Europa da Idade Média, reis e cavaleiros adotavam figuras e cores institucionais (heráldica).


A identidade visual mais parecida com a que usamos hoje surgiu com as trocas comerciais. Os artesãos, pertencentes ao mesmo grupo, formavam associações com regras, técnicas, obrigações e direitos comuns. Cada corporação possuía um sinal gráfico para identificar, controlar e atestar a autenticidade de seus artefatos.


Por fim atingimos a era industrial, e a identidade visual chegou ao que estamos familiarizados: marcas, cores, símbolos e logotipos.

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